Escola Carlos Jereissati participa do "CEARA FAZ CIÊNCIA"


Joselane, Taynara e prof: Luis Carlos

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Socorrinha, Vice diretora da escola Carlos Jereissati
Classificados da região norte (ensino fundamental) Imagem retirado do site ceara faz ciência

Alunas participantes do concurso "Tempos de escola" 8º ano

Que lindo, alunas estudando, se todos fossem assim...

Tão concentrada, que fofa né, adoro!

Baixou o Chico Xavier para escrever a redação, rsrrsr

ESCOLA CARLOS JEREISSATI: Textos dos alunos 7º ano C

Os textos abaixo foram escritos pelos alunos do 7º ano da escola Carlos Jereissati 

Segunda na escola
o Jackson vai me ensinar
Ana Carla e o Acleilton
Tia Erica vai bombar

A Lais já chegou dizendo "vamos estudar"
perguntei o que é isso
ela disse vou te ensinar

O estudo é coisa boa
todos vamos gostar
com a Ivana na História
todos vamos adorar

Com socorro e socorrinha
O Jereissati vai bombar

Eu quero estudo, vamos estudar!
No Jereissati seu futuro vai mudar.

 Thaynan e José Wendel



CONSERVE-SE

Droga é coisa seria
Nunca experimente
Ela pode fazer mal
E deixar você  doente
Droga é um vicío
Pode ser fatal
Escute sua mãe
A droga pode ser mortal
Conserve sua vida
Se não, vira marginal

Violência não resolve
Nada pra você!
Vingança só tráz vingança
 Guerra com guerra
Só tráz matança!
Por isso, é melhor ter tolerância !

Preconceito nunca mais
Pense no que faz
Olhe pra você
E veja que não é perfeito
Não importa cor, não importa raça
O importante é ter paz na alma.

Terezinha, Izabela e Tainara

Lá na comunidade
Te droga, tem preconceito
Mas o que não dar para aguentar
É a falta de respeito

Falta de higiene e falta de lazer
Nem boa saúde
A gente pode ter

O prefeito é muito rico
Cheio de grana
Mas não cuida do saneamento
O povo reclama 

No nosso bairro falta esforço
E com violência
É tão difício
A convivência

Orlando e Luis Davi



Homenagem de uma aluna da Escola Carlos Jereissati as mães


Leia o conto "A FELICIDADE" de minha autoria

O COMEÇO
           Numa bela praia do litoral de fortaleza um homem aparentando uns setenta e cinco anos caminha lentamente sentindo aquela água fria batendo nos calcanhares e ouvindo o profundo som das ondas do mar, senta junto à areia levemente molhada e sente como a felicidade estava nas coisas mais simples que se pudesse imaginar e sente ao mesmo tempo um arrependimento e um orgulho por todos os momentos que vivera a procura....


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